Se não vai ajudar, então fique calado!

Faz pouco mais de três anos que estou fora do mercado de trabalho, primeiro porque decidi fazer intercâmbio, depois porque me casei e não tinha autorização de trabalho nos EUA, e agora porque simplesmente tenho que ser paciente e me integrar no novo país em que moro. Mas, e se eu decidi que não quero mais trabalhar fora e que vou passar o resto da minha vida sendo dona de casa, e futuramente me dedicar aos meus filhos? Isso deveria interessar a quem? 

Vocês acham que aqueles que estão desempregados, por escolha ou não, não fazem absolutamente NADA da vida? Vocês acham que por não terem um trabalho remunerado, de carteira assinada,  eles passam os dias com bunda no sofá assistindo Netflix, navegando na internet, esperando que tudo caia do céu? 

Me parece que muitos pensam assim. Se digo que estou cansada, logo me perguntam: “mas cansada de que?” – quando digo que não tenho tempo pra fazer alguma coisa alguém fala: “mas você não faz nada o dia inteiro!”. Sem contar quando não atendo aos favores de gente que acha que tenho obrigação de atende-los simplesmente porque “tenho tempo de sobra”. Mesmo que tivesse, se não quero, não faço e pronto. Não tenho que explicar a ninguém o que faço com meu tempo. Por que é que as pessoas se sentem no direito de me interrogar a respeito disso? 

Dia desses aconteceu comigo mais uma vez. No curso de alemão, alguém justificou não ter feito a tarefa por não ter “tempo de sobra” como eu, e essa não foi a primeira vez. As primeiras vezes fiquei calada mas tenho aprendido que não devemos aceitar certas coisas calados, uma coisa é ignorar aquilo que não te atinge, mas quando aquilo te incomoda e te magoa, aí é importante falarmos aquilo que pensamos e impor respeito, e pra mim já foi o tempo de escutar esse tipo de comentários calada. Mesmo com meu alemão todo quebrado, respondi e deixei claro que não quero que isso aconteça de novo. 

Isso tem de parar! As pessoas têm que parar de achar que uma pessoa que escolheu ser do lar, ou está se dando um tempo, ou não consegue arrumar trabalho, não faz absolutamente NADA. E se por ventura ele realmente não faz absolutamente nada, talvez ao invés de julgar, que tal perguntar se ele precisa de alguma coisa? Talvez ele esteja frustrado por não conseguir o tão sonhado emprego, ou tem tantas coisas pra fazer que não sabe nem por onde começar. 

As pessoas hoje em dia estão bem rápidas a pré julgar, a apontar o dedo e a achar que tem direito de dar opinião em tudo. Falta empatia, amor ao próximo, falta respeito. 

Existe uma frase que nunca vai ficar ultrapassada: 

Não faça para os outros aquilo que não quer que façam para você. 

Pense nisso antes de fazer um comentário sobre a vida de alguém, antes de questionar alguém sobre decisões dele; isso realmente te interessa? Você pode ajudar esta pessoa de alguma maneira? Não? Então melhor que fique calado. 

Diferenças no trânsito: Alemanha x Estados Unidos

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Cada país tem suas leis e regras para determinados assuntos e nós viajantes temos que ficar atentos para não arranjarmos problemas ou acabarmos nos colocando numa situação constrangedora. Por isso, vale a pena procurar saber sobre algumas regras de trânsito do país que estamos pensando em visitar. Neste post reuni algumas diferenças de trânsito que observei entre Alemanha e Estados Unidos.

Nos Estados Unidos é permitido virar à direita quando o semáforo está vermelho. A parada é obrigatória, mas se não estiver vindo carro no cruzamento você pode virar e isso não irá resultar em multa. Aqui na Alemanha não acontece assim, aliás se você passar pelo sinal vermelho e tiver câmera no semáforo, você corre o risco de perder sua carteira de motorista.

A diferença do tamanho das ruas não passa despercebido. Enquanto nos EUA a maioria das ruas são largas e espaçosas, na Alemanha pode acontecer de um carro ter que esperar o outro passar se em um dos lados da rua haver outros carros estacionados, e a regra é; se o carro estacionado está na sua mão, você é quem terá que esperar o carro que vem em direção contrária passar, aqui isto é visto como bom senso.

Os carros também têm diferença no tamanho: Um motorista de caminhonetes americanas provavelmente encontrará muita dificuldade para estacionar aqui na Alemanha, justamente devido ao tamanho das ruas e estacionamentos. Em alguns estacionamentos cobertos por exemplo, a altura máxima permitida é de no máximo 2 metros o que torna impossível a entrada de uma caminhonete comumente vista nos EUA. O jeito seria tentar estacionar nas ruas e contar com muita paciência para manobrar e fazer com que o veículo caiba na vaga. Não se vê muitas caminhonetes deste tipo aqui na Alemanha.

Carros automáticos também não são muito comuns por aqui. Eles existem, mas o normal é se ver carros manuais e é com eles que se tira a carteira de motorista. Algo engraçado que acontecia comigo nos EUA é que algumas pessoas ficavam surpresas quando eu falava que sei dirigir carro manual, já que é com carro manual que aprendemos a dirigir no Brasil também e isso é bem normal pra nós brasileiros. A maioria dos carros nos EUA são automáticos e nem todas as pessoas sabem dirigir um manual.

O limite de velocidade nas rodovias: A velocidade média que se pode dirigir nas rodovias americanas varia entre 70 mph (113 km/h) e 80 mph (129 km/h) mas vale lembrar que cada estado estipula suas próprias leis e em alguns deles embora exista a lei determinando o limite máximo de velocidade, este limite não está presente nas rodovias. O limite de velocidade mais alto presente nas rodovias dos EUA se encontra em uma área rural do Texas que é de 85 mph (137 km/h).

Na Alemanha os limites de velocidade são determinados pelo governo federal e varia entre 80 km/h e 130 km/h. O Código Alemão de Estrada (Straßenverkehrsordnung) determina que:

Qualquer pessoa dirigindo um veículo pode dirigir tão rápido a ponto que o carro esteja sob controle. As velocidades devem ser adaptadas às estradas, ao trânsito, à visibilidade e às condições meteorológicas, bem como às aptidões e características do veículo e da carga.

Embora os limites de velocidade estejam presentes em mais de 50% dos trechos e em 10% existam controles eletrônicos que determinam limite de velocidade variável, a Autobahn é conhecida mundialmente por não ter limite de velocidade. Não existe um limite de velocidade federal nas rodovias fora das cidades tanto para carros como para motocicletas, se estas tiverem um canteiro central ou no mínimo duas faixas em cada direção.

Ultrapassagem na Alemanha tem que ser pela faixa da esquerda e se você não está dirigindo rápido o bastante fique na faixa da direita e não bloqueie quem está mais rápido que você. Já nos EUA se um carro estiver na faixa da esquerda e não te der passagem para ultrapassá-lo, você pode, sem peso na consciência, mudar para a faixa da direita e seguir viagem.

E vocês, quais diferenças no trânsito observaram pelos lugares que passaram?

Deixe-me saber nos comentários 🙂

Bjs

Até o próximo post!

 

Meu primeiro inverno na Alemanha

Confesso que estava bem preocupada porque sabia que quando nos mudássemos para a Alemanha o inverno estaria próximo.

Eu não tinha roupas apropriadas para o inverno, mesmo morando por três anos nos Estados Unidos, lá eu morava literalmente no deserto e nunca precisei me preocupar em aprender a me vestir para um inverno rigoroso. Mas com a ajuda do maridão comprei jaquetas, meias-calças, luvas, meias, cachecol (e graças a minha tia Jô que estava tão preocupada quanto eu, agora tenho uma coleção de cachecóis que ela fez pra mim e eu trouxe do Brasil quando estive lá em Dezembro). Aprendi a me vestir em camadas, com uma blusinha normal de manga curta por baixo, uma de manga comprida ou um moletom dependendo da ocasião, e então por cima a jaqueta de inverno. O importante é sempre manter as extremidades aquecidas; cabeça e orelhas, mãos e pés. Aqui na Alemanha encontrei uma palmilha que isola o frio que vem do chão e isso tem me ajudado muito.

O inverno não traz somente o frio, com ele vêm também os dias curtos e praticamente sem raios de sol, pra mim, a parte mais difícil de lidar. Nunca imaginei que sentiria tanta falta do sol, de sentir o quentinho batendo no rosto, de olhar pro alto e ver o céu azul. Em dias escuros e frios não dá vontade de fazer nada a não ser se enfiar debaixo das cobertas, tomar um chá quentinho e colocar as séries do Netflix em dia. Mas é aí que mora o perigo, nos primeiros dias é gostoso mas com o passar dos dias começamos a nos sentir deprimidos e a improdutividade acaba mexendo com a nossa auto-estima. Por isso, é importantíssimo lutarmos contra essa vontade de ficar em casa e se esconder do frio, sair de casa, nem que seja para uma pequena caminhada, pois o simples fato de ter que trocar de roupa já nos anima um pouco.

Honestamente achei que sofreria mais por conta das baixas temperaturas por aqui, mas o que mais mexeu comigo foi sem dúvidas a falta do sol, porque contra frio dá pra se agasalhar, mas contra a falta de sol não há muito o que fazer. O sol é muito importante na nossa vida, veja alguns dos benefícios que ele nos traz:

  • Fortalece os dos ossos e articulações através do aumento de produção de vitamina D na pele;
  • Reduz o risco de depressão, pois ajuda o cérebro a produzir mais serotonina, uma substância antidepressiva natural;
  • Aumenta o bem-estar e relaxamento, já que a subida da temperatura relaxa os músculos e facilita a circulação sanguínea;
  • Previne o câncer, principalmente no cólon, mama, próstata e ovários, pois reduz os efeitos da transformação das células;
  • Melhora da qualidade de sono, devido ao aumento de produção de melatonina pelo cérebro.

Viu só como o sol é importante na nossa vida? Tem um post lá no blog Entre Duas Culturas que dá dicas de como lidar com a depressão de inverno, sim pessoal, ela existe e temos que ficar atentos para não nos deixarmos abater por ela.

Não posso deixar de compartilhar com vocês que foi minha primeira experiência com a neve, finalmente 😀 do começo ao fim. Claro eu já tinha ido pra uma montanha cheia de neve nos Estados Unidos, mas a neve já estava lá, não foi aquela sensação de ir dormir e acordar com uma vista toda branquinha e mais tarde ver a neve caindo de novo, sair lá fora e sentir ela no rosto, brincar e curtir aquele momento. Nunca escondi de vocês que sempre quis viver esse momento e que sim, parecia uma criança a respeito disso e foi exatamente como uma criança que me senti vivenciando tudo.

A primeira vez que nevou nesse inverno eu estava a caminho do mercado, dirigindo sozinha e a neve começou a cair. No estacionamento, saí do carro e não queria entrar no mercado rsrs, queria ficar lá fora mas todos achariam que eu era louca. Entrei e fiz minhas compras sempre olhando pra fora e vendo tudo se transformar e ficar branquinho. Nunca vou me esquecer desse dia.

E você, já enfrentou um inverno com temperaturas negativas? Conte-me nos comentários como foi sua experiência 🙂

Até o próximo post,

Fernanda

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Au pair: da decisão ao match com a host family

Em janeiro de 2013 decidi que queria fazer um intercâmbio nos EUA. Até então não conhecia tipos de intercâmbio ou valores e comecei a pesquisar na internet quando me deparei com o programa de Au Pair. Pra mim, entre todos os outros era o programa que apresentava o melhor custo-benefício se tratando do valor pago e o tempo que eu poderia passar nos EUA morando com uma família americana.

Então decidi que iria começar o processo, escolhi uma agência (CI intercâmbio), peguei todas as informações, paguei a inscrição, coloquei o carro à venda , fiz o teste de inglês e não passei, estudei mais, mas acabei desanimando por não ter passado no teste e aí com o carro a venda numa época de muita chuva, ir trabalhar de moto estava difícil. Um dia me irritei e fui buscar o carro no estacionamento e decidi que iria esperar mais um pouco pra fazer o intercâmbio.

Em agosto voltei decidida a encarar o processo até o final, eu já estava com 25 anos e a idade limite para embarque é 26, então era agora ou nunca. Me dediquei, passei no teste de inglês, escrevi a carta – que tive que corrigir inúmeras vezes – passei pelo médico, peguei as referências de experiência com crianças, preenchi o application, gravei o vídeo que por sinal achei perdido nos meus arquivos esses dias e como meu inglês era ruim, mas muuuuuito ruim. Enfim, demorei horas pra gravar um vídeo de pelo menos 3 minutos, mas saiu.

Com tudo feito e aprovado pela agência meu perfil ficou “online” no final de setembro. Minha agência americana foi a Euraupair e pelo que percebi as experiências de outras meninas, essa agência coloca seu perfil online para as host families mas não é pelo perfil que eles entram em contato com as candidatas, mas sim por e-mail, eu não tinha nenhum login ou coisa do tipo. No dia 17 de outubro recebi um e-mail da primeira host family interessada no meu perfil, eles moravam no Texas, com 2 meninos de 5 anos e 1 ano e 5 meses. A mãe médica e o pai oficial do exército, trocamos uns 3 e-mails e marcamos skype pro dia seguinte, conversamos mas eu estava bem insegura quanto ao meu inglês. No mesmo dia (18/10) eu recebi um e-mail de outra família, da mesma cidade, mãe também médica e pai também oficial do exército. Eu não respondi à segunda família porque queria esperar a resposta da primeira, e eis que eles me escrevem dizendo que já tinham um match com outra au pair. Engraçado que não fiquei nem um pouco chateada, foi bem de boa receber a notícia que eles não me queriam. Bem, então respondi pra segunda família no dia 19/10, também trocamos poucos e-mails e já marcamos skype pro dia seguinte. Vou ser sincera e dizer que não me lembro exatamente como foi nossa conversa, me lembro que a conexão estava ruim e que duas coisas ela enfatizou bem; a primeira ela queria ter certeza se eu tinha feito curso de primeiros socorros e a segunda se eu teria problemas em cuidar de crianças com asma. Eram 2 meninos de 7 e 3 anos e dois tinham asma.

Depois do skype ela me mandou fotos da família e uma lista de tarefas e horários. Respondi o e-mail com uma lista de perguntas porque achei que por e-mail eu conseguiria formular as perguntas melhor do que por skype. Aqui estão algumas das peguntas que fiz:

  • O que eu devo fazer caso os meninos tenham uma crise asmática?
  • Como eles se relacionam? Eles brigam muito?
  • Enquanto eles estão na escola, esse tempo será meu tempo livre? Caso seja, eu poderei usar o carro da família pra visitar amigos desde que eu pague pelo combustível? Senão, como é o transporte público da cidade?
  • Você poderia me dizer como é o quarto da futura au pair?
  • Vocês tem alguém pra limpar a casa?
  • Tem outras au pairs por perto?
  • A que horas você e seu marido geralmente chegam do trabalho?
  • Você precisa que eu faça horas extras? Com que frequência?

Enfim, eles me responderam. Foram 3 dias trocando e-mails, fizemos outros skypes pra eu conhecer as crianças, mas foi bem informal, conversamos sobre coisas aleatórias, sobre o dia e coisas do tipo. No dia 22 de outubro ela me manda e-mail perguntando se eu teria disponibilidade de embarcar dia 18 de novembro, respondi que sim, pedi demissão do meu emprego e esperei a documentação pra dar entrada no visto.

E foi assim que aconteceu meu processo desde a decisão de ser au pair até o match com a host family. Tenho que confessar que realmente aconteceu tudo muito rápido e apesar de muitas pessoas sempre aconselharem a não fechar tão rápido com uma família, existe sim essa coisa de feeling e isso só você vai sentir, só você vai saber se aquela família é a ideal pra você.

Até mais o próximo post!

Feirinha de Natal na Alemanha

Estamos a quase um mês para o natal e aqui na Alemanha as Feiras de Natal já começaram em algumas cidades. As feirinhas de natal são uma das muitas tradições natalina do povo alemão. É um ambiente para a família toda onde são vendidos desde comida e bebida típicas como também itens de decoração e lembrancinhas.

A primeira feirinha que visitamos este ano foi a do aeroporto de Munique. Não tão grande se comparada com as que existem nas cidades mas com um ar bem aconchegante e um espírito natalino muito gostoso. Achei a iniciativa do aeroporto muito válida pois os viajantes com um tempinho de sobra pode desfrutar  da feira e conhecer um pouco da cultura alemã.

Segue abaixo um vídeo curto mas feito com muito carinho pra vocês conhecerem um pouquinho. Não fiquei gravando muito porque queria mesmo era aproveitar com o maridão rs.

O planos mudaram

Esses últimos dias tem sido de bastante reflexão. Tenho pensado bastante sobre como as coisas foram acontecendo na minha vida e sobre a trajetória que me trouxe até aqui. Quando consegui meu match pra vir pro Estados Unidos como Au Pair, eu já sabia que queria ficar os dois anos permitidos pelo programa, e já no começo do segundo ano queria tentar ir pro college por que estava um pouco sem perspectivas sobre minha vida no Brasil. Conversei com minha host family e eles toparam ser meu sponsor e eu poderia continuar trabalhando com eles. Eu estava muito animada, com fio na barriga mas animada.

Acontece que por motivos que não vêm ao caso, meu host dad teve a aposentadoria adiantada e por fim não iria precisar mais de uma Au Pair/nanny/whatever. Fiquei um tanto quanto chateada e um pouco desanimada, meu psicológico já estava sendo preparado para ficar por aqui mais tempo do que eu tinha planejado e agora os planos tinham mudado completamente. Enfim, nesse meio tempo comecei um MBA online na minha antiga universidade do Brasil pra não ficar “parada” e ter algo a mais no meu currículo quando voltasse. Também nesse meio tempo conheci o Ben e começamos a namorar. O tempo foi passando e o dia de voltar pro Brasil se aproximando, quando um dia ele disse que não deixaria eu ir embora e que nós não iríamos ficar separados, então ele me pediu em casamento.

Hoje estamos casados há pouco mais de um ano e estamos a poucos dias de nos mudarmos pra Alemanha. Pra quem não sabe o Ben é alemão, está aqui nos Estados Unidos a trabalho e agora o tempo dele aqui está terminando. Meu Deus! Morar na Alemanha. Nunca passou isso pela minha cabeça, jamais imaginei morar fora do Brasil pra sempre, ou mesmo que não seja pra sempre pois quem sabe, né? Talvez arrumamos um meio de nos mudarmos pro Brasil mas por agora e por um bom tempo a Alemanha será meu novo lar. Será um recomeço, aprendizados, adaptação tudo de novo e confesso; estou muuuito ansiosa, às vezes com medo, mas eu sei que vai dar tudo certo, porque sempre dá 🙂

Estou feliz porque logo que nos mudarmos pra lá, em poucas semanas tenho que ir pro Brasil pra apresentar meu TCC (não! não estou feliz com o TCC… em partes, porque é uma conquista, né?) mas estou muito feliz por ver minha família querida a qual sinto tanta saudades.

Se vocês quiserem saber sobre o processo de mudança e tudo mais, tô postando lá no meu canal 🙂

Até o próximo post!

Road Trip New Mexico -> Flórida

Como alguns de vocês sabem estou pra me mudar pra Alemanha com o Ben e um dos requisitos para a mudança é o visto. Tivemos que sair de New Mexico e ir até Houston pra solicitar o visto no consulado da Alemanha, e já que é longe pra caramba decidimos aproveitar e curtir uma road trip hard core com mais de 4500km rodados.

Seguem os vídeos do que consegui gravar 🙂

Curiosidades sobre os Estados Unidos

Quando nos mudamos para um outro país percebemos como alguma coisas podem ser feitas de um modo diferente do que somos acostumados.

Nesse vídeo compartilho com vocês 10 coisas aqui dos Estados Unidos que foram novidade pra mim logo que aqui cheguei.